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Na Páscoa Jesus trouxe a Vida Nova para todos, portanto, vamos estudar nesta semana e aprender um pouco mais sobre a visão da nossa Igreja a respeito dealguns assuntos polêmicos como o aborto e os meios contraceptivos.

379 – Que atentados estão implícitos na proibição de matar?

Implícitos estão o homicídio e a cumplicidade no assassínio. Implícitos estão os crimes de guerra. Implícita está a interrupção involuntária da gravidez (aborto) de um ser humano, desde a sua concepção. Implícito está o suicídio, a automutilação e a autodestruição. Implícita está a eutanásia, ou seja, matar pessoas portadoras de deficiência, doentes e moribundos. [2268-2283, 2322-2325]

Hoje, a proibição de matar é frequentemente disfarçada com argumentos aparentemente humanos. Todavia, nem a eutanásia nem o aborto são soluções humanas. Por isso, a Igreja não tem qualquer dúvida relativamente a tais questões: quem participa num aborto, força alguém a praticá-lo ou o aconselha a fazer é automaticamente excomungado, como no caso de qualquer outro atentado contra a vida.

Quando uma pessoa psiquicamente doente comete suicídio, a responsabilidade por isso não raramente é limitada; muito frequentemente é até reduzida.

383 – Por que não é aceitável o aborto em nenhuma fase do desenvolvimento embrionário?

A vida, concedida por Deus, é uma posse direta; é sagrada desde o primeiro instante e deve ser preservada de qualquer atentado humano. << Antes de te formar no ventre materno, Eu te escolhi; antes que saísses do seio de tua mãe, Eu te consagrei.>> (Jr 1,5) [2270-2274, 2322]

Só Deus é o Senhor da vida e da morte. Nem sequer a “minha” vida me pertence. Cada criança tem direito à vida desde a sua concepção. Desde o início, o nascituro é uma pessoa própria, cujo círculo de direitos ninguém deve violentar, nem o Estado, nem o médico, nem mesmo a mãe. A posição da Igreja não é carente de misericórdia; aliás, ela pretende alertar para os danos que são causados à criança morta, aos pais e a toda a sociedade, e que nunca mais poderão ser reparados. Proteger a vida inocente pertence às mais nobres tarefas do Estado; se ele se furtar a esta missão, destrói ele próprio os alicerces do Estado de direito.

384 – Pode uma criança portadora de deficiência ser abortada?

Não. Abortar uma criança portadora de deficiência é sempre um crime grave, mesmo quando o motivo é poupá-la de um sofrimento futuro.

A deficiência diagnosticada da criança não pode ser motivo para abortar, porque também a vida com deficiência é querida e apreciada por Deus, e porque nesta terra ninguém pode ter a certeza de viver sem limites físicos ou espirituais. (Bento XVI, 28.09.2006)

 

421 –Porque não são igualmente bons todos os meios para impedir a concepção de uma criança?

Quanto à escolha de métodos de regulação consciente da procriação, a Igreja remete para os métodos aperfeiçoados da auto-observação e do planeamento familiar natural. Eles correspondem à dignidade do homem e da mulher, respeitam as leis internas do corpo feminino e exigem afeto e uma intimidade mútua e atenta, sendo, portanto, uma escola de amor. [2370-2372,2399]

A Igreja considera cuidadosamente a ordem natural e vê nela um sentido profundo. Assim, para ela não é indiferente se um casal manipula a fecundidade da mulher ou se faz uso das mudanças naturais de dias fecundos para dias infecundos. Não é por acaso que o Planeamento Familiar Natural é natural: ele é ecológico, integral, amigável e saudável. Para mais, quando corretamente seguido, é até mais seguro que a pílula (contrariamente ao que diz o índice de Pearl). Pelo contrário, a Igreja rejeita os meios artificiais de regulação da procriação; aqui incluem-se os meios químicos ( pílulas), os mecânicos ( preservativo, espiral, etc.) e os cirúrgicos (esterilização), os quais intervêm de forma manipulativa na unidade total da união entre o homem e a mulher. Estes métodos podem mesmo prejudicar a saúde da mulher, provocar um aborto espontâneo e, com o tempo, afetar a vida de amor do casal.

Para melhor entendermos o que o catecismo quis nos falar no questionamento 421, informamos que Planeamento Familiar Natura recorre aos métodos de regulação da procriação que utilizam os sinais da fecundidade cíclica da mulher e o conhecimento da fecundidade do homem e da mulher (método simpto-termal) , a fim de se alcançar uma gravidez desejada ou evitar uma indesejada.

Uma boa semana a todos! Fiquem na Graça de Deus!

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