“Em tudo somos oprimidos, mas não sucumbimos. Vivemos em completa penúria, mas não desesperamos. Somos perseguidos, mas não somos destruídos. Trazemos em nosso corpo os traços da morte de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nosso corpo.(II Cor. 4, 8-9)

Até onde minha fé me leva? Consigo ultrapassar todos os desafios, todas as insinuações diabólicas do dia-a-dia?

A palavra é clara quando nos diz que embora sejamos perseguidos ou vivendo em completa penúria, não seremos destruídos e não devemos nos desesperar. Nosso sustento deve ser a palavra de Deus. Nela encontramos a fortaleza de que necessitamos quando as tribulações se aproximam de nós.

 Reflita: Quando vamos a um restaurante, para fazermos nossas refeições, nos servimos do que nos é oferecido e não investigamos se não há algum veneno ou alguma substancia colocada nos alimentos que possam prejudicar nossa saúde. Confiamos cegamente na pessoa que preparou a alimentação. Ou quando viajamos de ônibus ou avião nunca investigamos se o motorista do ônibus ou o piloto do avião possuem habilitação para tal. E assim em tantas outras circunstancias do dia-a-dia, confiamos cegamente em pessoas. E por que quando as tribulações nos abatem não confiamos cegamente  naquele que tudo pode? Aquele que deu até a sua última gota de sangue para que nós pudéssemos ter vida, e vida em abundancia?

A passagem citada acima no versículo 16 e seguintes continua: “É por isso que não desfalecemos. Ainda que exteriormente se desconjunte nosso homem exterior, nosso interior renova-se dia-a-dia. A nossa presente tribulação, momentânea e ligeira, nos proporciona um peso eterno de glória incomensurável. Por que não miramos as coisas que se vêem. Pois as coisas que se vêem são temporais e as que não se vêem são eternas.

A partir do momento em que ingressamos no caminho da vida que o Senhor nos apresenta, não podemos esmorecer diante das dificuldades. Embora exteriormente nosso homem se abale, mas o nosso interior deve se renovar a cada dia da força do alto. Essa força nós a encontramos na oração pessoal diária individual, na Santa Missa, na recitação do Santo terço e principalmente na leitura da Palavra.

 Não podemos desistir, jamais. A “Glória incomensurável” que nos aguarda na eternidade deve ser a grande motivação para cada dia, principalmente nos momentos mais difíceis que a vida nos proporcionar.

Portanto se desanimados, revoltados, decepcionados com o que acontece a nossa volta, está na hora de revermos se queremos desistir ou se queremos alcançar a glória que nos aguarda no céu. E principalmente é hora de revermos em quem estamos colocando nossa fé.

Sandra Zoehler G O J Água Viva

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