Atualmente é bastante comum as pessoas, sobretudo os jovens e adolescentes, elegerem para si modelos de comportamento, os chamados ídolos, que pode ser um atleta, um cantor, ou uma cantora, alguém do mundo da moda, um ator ou uma atriz, enfim, independente de quem for a pessoa escolhida, o fato é que muita gente se veste, corta o cabelo, fala e até mesmo se comporta igual ao seu ídolo.

O problema disso tudo é que muitas vezes as pessoas escolhem para admirar pessoas que vivem uma vida totalmente contra todos os valores que recebemos de nossos pais, mas, sobretudo que vão contra aquilo que Deus nos pede, para o nosso próprio bem, para nossa própria segurança e para a nossa salvação.

 Não consigo ver lógica em um jovem cristão, que diz querer chegar ao céu, mas tem como ídolo, como modelo de vida, uma pessoa que usa drogas, que casa hoje e separa amanhã, que sai nas noitadas e trai o esposo(a) ou namorado(a), não vive a castidade. Que tal começar admirar Beato João Paulo II, ter como modelo de vida Jesus Cristo, ser fã do Monsenhor Jonas?

Mas hoje, em comemoração ao dia da mulher, 8 de março, quero me voltar exclusivamente a elas. Mulheres, jovens de Deus, que querem ser santas, que querem um namorado, um marido santo, e que certamente querem ir para o céu. Não da para conseguir nada disso admirando cantoras que confundem, nas letras de suas musicas, amor com sexo, que cantam que não viver a fidelidade e a castidade nos relacionamentos é o que vai te fazer feliz, que se vestem de uma forma que desvaloriza e desrespeita o corpo da mulher, corpo esse que é templo do Espirito Santo, que levam uma vida totalmente distante dos planos de Deus.

As mulheres precisam ser sinal do amor de Deus no mundo, através da docilidade, de afabilidade, do jeito próprio de ser mulher que consegue ver os pequenos detalhes, que está sempre pronta a ajudar e que tem uma capacidade de amar, não melhor e nem maior que o homem, mas diferente de forma única, entregue e que são capazes de gerar vida, esse é o maior presente que Deus pode ter dado ao ser humanos a capacidade de gerar outra vida.

Não dá mulher, para perder tempo admirando, seguindo, imitando pessoas que geram morte, se não física, espiritual e moral de muitas pessoas, principalmente de jovens. Maria é quem deve ser o nosso modelo de vida, de santidade, de obediência, de serviço, de entrega, de cuidado com a vida, ela que gerou o filho de Deus, que soube intervir na hora certa para que ele manifestasse o seu poder, realizando o seu primeiro milagre, mas que também soube se calar tantas vezes foram necessárias.

Olhemos para Maria, aprendamos com ela a ser fiel a ser entregue, dócil, corajosa, sim corajosa sim, pois é preciso coragem para aceitar que poderia ser mãe por ação do Espirito Santo, mas, sobretudo é preciso coragem para ser mãe do filho de Deus e certamente foi preciso muita coragem para acompanhar seu filho por todo o calvário, ficar aos pés da cruz e depois receber o corpo de Jesus nos braços. Depois da ressureição de Jesus Maria ainda teve coragem de se manter unida aos discípulos até o Pentecoste. Maria sim é exemplo de mulher, modelo a ser seguido. “Como diz aquela musica: Tudo seria bem melhor se o natal não fosse um dia e se as mães fossem Maria […].” Certamente as famílias seriam outras, a sociedade seria outra, o mundo seria outro se nós mulheres tomássemos como exemplo de vida Maria. Pensemos nisso nesse mês em que comemoramos o dia da mulher.

Alzy Silvério, G.O.J. Água Viva!

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